Fábricas chinesas avançaram em área liderada pelos EUA nos últimos 110 anos!

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Produção industrial chinesa já é a maior do mundo

O volume em dólares da produção industrial chinesa em 2011 já é o maior do mundo, segundo levantamento da consultoria IHS Global Insight.

Segundo o levantamento, as fábricas chinesas assumiram o primeiro lugar em uma área que estava sob liderança dos EUA por 110 anos.

A consultoria destaca que houve uma forte recuperação nos Estados Unidos em 2010, mas o crescimento acelerado na China e a valorização do yuan contra o dólar elevaram o valor nominal da produção chinesa para R$ 3,17 trilhões (US$ 1,99 trilhão), portanto, acima dos R$ 3,11 trilhões (US$ 1,95 trilhão) de valor produzidos pelas fábricas americanas.

“Enquanto a indústria americana e de boa parte do mundo passaram por uma contração, principalmente em 2008, a da China continuou se expandindo. O setor industrial cresceu 18% (valor nominal, sem ser descontada a inflação) em dólares em 2010. Além disso, a valorização do yuan frente ao dólar impulsionou o valor da produção chinesa medido em moeda americana”, escreveram os autores do estudo.

Apesar da produção chinesa ter ultrapassado um marco histórico, a produtividade continua deixando a desejar. Para produzir um valor levemente superior ao verificado nos Estados Unidos, a China precisou de um número muito maior de trabalhadores.

Segundo os números apresentados pela IHS Global Insight, 11,5 milhões de trabalhadores do setor industrial americano produziram um pouco menos do que 100 milhões de trabalhadores chineses do setor.

Peso da indústria

A economia americana como um todo ainda é cerca de três vezes maior do que a da China, uma liderança que deve perdurar até o fim desta década. Pela maioria das projeções, a virada ocorreria entre 2020 e 2025.

A diferença é o peso do setor industrial. Esse peso é maior na China do que em qualquer outra grande economia, segundo a Global Insight.

No país, as indústrias representam 33% do PIB (Produto Interno Bruto). Nos Estados Unidos, o peso da indústria é menor, de 13% do total do PIB.

“Por outro lado, o setor de serviços na China representa uma parcela pequena do PIB quando comparada com outros países, o que frequentemente pode ser uma fonte de fragilidade econômica”, diz o estudo.

Além de uma produtividade inferior, a indústria chinesa ainda tem um perfil predominante de mais baixo valor agregado. Por outro lado, os Estados Unidos têm uma parcela maio de indústrias que empregam tecnologias mais avançadas

Mudança de perfil

A China, no entanto, tenta mudar o quadro com investimentos pesados e políticas governamentais que tentam atrair investimentos nestas áreas de maior valor agregado.

Recentemente, o governo anunciou novas regras abrindo para investimentos estrangeiros setores de alta tecnologia, energia limpa, aeroespacial e de aviação.

As medidas seguem as metas traçadas no 12º Plano Quinquenal, que cobre o período de 2011 a 2015, de priorizar políticas e investimentos que incentivem a inovação e alta tecnologia.

A área de Zhongguancun, em Pequim, é umas das vitrines desta China que o governo quer criar.

Conhecida como o “Vale do Silício” chinês, tem uma grande concentração de empresas de alta tecnologia estrangeiras e também nacionais.

Segundo um relatório do HSBC intitulado Por Dentro do Motor do Crescimento, 23 empresas locais de alta tecnologia e internet abriram capital em 2009, contra apenas uma no polo original na Califórnia. Outras 35 abriram capital em 2010 (dados preliminares)

Investimentos Tecnologicos 2011!

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Indústrias vão investir em tecnologia para aumentar competitividade em 2011

Nove entre 10 empresas industriais consultadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) planejam investir em 2011. Os investimentos têm como alvo prioritário o mercado interno e pretenden investir em celular, que deverá concentrar 77,8% do total dos produtos. O aumento da capacidade de produção das empresas é a maior motivação para 32,7% dos investimentos programados informatica. O valor médio dos investimentos previstos para o ano que vem deverá ser 7% maior do que os executados neste ano.

A pesquisa Investimentos na Indústria – divulgada em São Paulo – mostra que houve um aumento na expectativa de investimento em 2011 em relação ao esperado para 2010. No ano passado, 89,6% das indústrias consultadas projetavam algum investimento para este ano. Agora, 92% das consultadas planejam investir no ano que vem. “É um reflexo da retomada do nível de atividade, uma vez que boa parte dos setores já recuperou os níveis de produção pré-crise. As indústrias estão se preparando para atender o crescimento da demanda nos próximos anos”, avaliou Flávio Castelo Branco, gerente-executivo de Política Econômica da CNI.

Mercado interno – O mercado brasileiro é o maior alvo das empresas industriais. Segundo a pesquisa Investimento na Indústria, que está na segunda edição anual, 77,8% das empresas tem como alvo prioritariamente o mercado interno ou apenas ele. Do total, 42,8% das consultadas informaram que investirão principalmente para atender o mercado interno e 35% disseram que vão aplicar recursos somente para atender o mercado interno.

O investimento médio no ano que vem deverá ser de R$ 6,8 milhões. Esse valor é 7% maior do que o verificado neste ano, de R$ 6,344 milhões. Na comparação com 2009, o investimento médio deste ano foi 80% maior, segundo a pesquisa da CNI. No ano passado, quando o Brasil e o mundo sentiram mais fortemente os efeitos da crise mundial, o investimento médio por empresa foi de R$ 3,5 milhões.

Motivação – O aumento da capacidade produtiva foi a principal motivação apontada pelos empresários para investir no próximo ano. No entanto, Renato da Fonseca, gerente-executivo de Pesquisa da CNI, chama a atenção para os investimentos voltados à inovação. “Eles devem ser em 2011 o dobro do que foram no ano passado, o que mostra a preocupação do setor industrial em melhorar a competitividade e se adequar aos desafios da concorrência internacional”, salientou.

Segundo a pesquisa Investimentos na Indústria, a introdução de novos produtos e a introdução de novos processos produtivos passaram de 15,3% das respostas sobre motivação dos investimentos planejados para este ano para 30,7% da motivação dos investimentos programados para 2011. Introdução de novos produtos cresceu de 10,8% na pesquisa anterior para 21,3% na atual edição. Já a introdução de novos processos produtivos passou de 4,7% para 9,4%.

Execução – Dos investimentos programados para 2010, apenas 0,3% do total de investimentos foram adiados para 2011 e 0,8% adiados por tempo indeterminado ou cancelados. Das empresas que não realizaram o investimento este ano ou adiaram parcialmente, 39,9% foram devido à reavaliação da demanda ou ociosidade elevada. A incerteza econômica foi o motivo para 36,2% dos adiamentos ou cancelamentos. Outros 31,9% foram adiados ou cancelados por conta de dificuldades com a burocracia.

Compras de máquinas e equipamentos deverão aumentar – As compras de máquinas e equipamentos deverão aumentar fortemente em 2011. 90,1% das empresas consultadas pretendem comprar no próximo ano e para 61,3% dessas empresas, as compras serão maiores que em 2010. O índice de expectativa de compras de máquinas e equipamentos alcançou 60,3 pontos, valor bem superior a linha divisória de 50 pontos, mas um pouco abaixo do registrado na pesquisa do ano passado (61,2 pontos). As empresas com capacidade insuficiente para a demanda esperada no próximo ano são as mais propensas a aumentar suas compras de máquinas e equipamentos. Entre essas, 79,1% pretendem aumentar as compras de máquinas e equipamentos. O percentual se reduz para 30,0% quando consideradas
as empresas cuja capacidade instalada é superior à demanda.

A pesquisa Investimentos na Indústria foi realizada entre os dias 4 de outubro e 12 de novembro, com 454 empresas de todos os portes. Foram entrevistadas empresas de todos os setores e Estados.

Custumizacao e Direitos dos desempregado!

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Custumizacao e Direitos dos desempregado!

Tá na Moda: Customização

family:arial;">Customização
diz respeito a personalização, adaptação 'transformação' de objetos segundo o gosto e necessidade de alguém. Customizar genericamente falando significa transformar a informação e produtos em voga, numa informação adequada às necessidades de um indivíduo num determinado instante. Existe um conjunto de procedimentos para implementação da customização, por se tratar de um processo onde tem que adequá-lo as características de cada indivíduo e por serem heterogêneos a aplicação se dá de forma diferente, uma vez que, deve-se avaliar de forma individual cada um que esteja inserido na organização.

Em se tratando de roupas a customização se dá de forma individual e única. Customizar uma roupa requer criatividade e capacidade de adequar a roupa à características únicas, muitas vezes sem estar de acordo com a 'moda', mas sim, com a criatividade de cada costumizador. Veja no video a seguir uma demonstração de customização.

Esta dica é interessante para quem quer ter uma roupa renovada e até ganhar dinheiro com sua criatividade. Assista ao video-oficina realizado pela Microcamp e se você deseja trabalhar com moda ou deseja ter sua renda extra ou ainda abrir seu próprio negócio, aposte nesta moda! Acesse: http://www.youtube.com/watch?v=RJbf6Hrs_Jw

Conheça seus direitos

Embora possuímos uma página destinada à Direito, publicaremos esta postagem na página inicial por se tratar de um tema de grande relevância e por se tratar de uma postagem diferente que a da página Direito & Direitos. Conheça seu direito e reividinque-os afinal, é você contribuinte quem os paga.


Identidade Digital



Os Brasileiros ganharão nova identidade. O documento servirá como identificador na vida civil e na digital também, reunindo em um só cartão vários dados civis do cidadão. O Registro de Identificação Civil (RIC) deverá chegar já em 2010 para alguns. Com chip ele guardará os números civis da carteira de identidade, CPF, carteira de motorista e título de eleitor, além de informações pessoais como:filiação e tipo sanguíneo. Com a proposta de desburocratizar as informações pessoais do cidadão, promete maior segurança também. Será um cadastro biométrico com leitura de dez dígitos atrelado às impressões digitais de cada um, além de suportar aplicativos, para futuras atualizações. O RIC dará também acesso à serviços públicos e privados como cartão de crédito por exemplo ou cadastro na previdência na área pública, segundo Rafael Thomaz Favetti, coordenador do Comitê Gestor do RIC, criado pelo Ministério da Justiça (MJ).
As funções exatas do RIC será discutida pelo Comitê a partir desta semana, onde em uma reunião se definirá a função do cartão em sí, levando em conta as questões fundamentais e inalienáveis do cidadão que são: a cidadania, segurança e privacidade. Este projeto é assessorado pela Abrid( Associação das Empresas de Identificação em Tecnologia Digital). Há os que temem pela segurança do cidadão, como o advogado Marcel Leonardi, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com o mesmo "O sistema ignora o princípio básico de você ter credenciais diferentes para finalidades distintas para que, em caso de falha, o sistema inteiro não se comprometa. Basta pensar: você não usa a mesma chave para o carro e a casa", diz.
Segundo o diretor do Intituto Nacional de Itentificação (INI) da Polícia Federal, Marcos Elias Araújo, o chip não armazenará todas as informações. "A única coisa que ele vai ter são os dados que já estão no RG e links para as bases de dados." O fato é que esses links levariam a diferentes bases de dados. Mesmo assim, o governo diz que o documento é seguro, já que o que garantirá a segurança do sistema é a biometria, diz Renato Martini presidente do Instituto de Tecnologia da Informaçã o(ITI), uma vez que, "o nome estará vinculado às digitais de forma unificada em todo o território nacional. Esse sistema, diz, acabaria com as fraudes, impedindo que um cidadão tenha várias identidades. Haveria um certificado digital, uma assinatura eletrônica que permitiria acessar serviços como voto em trânsito pela internet. "Estamos migrando para a vida civil eletrônica. Todos os sistemas do governo estão se tornando digitais, diz Martini.
"Não existe exercício de direito que não se anteceda por uma forma de identificação. Qualquer direito que você for exercer, você antecede esse ato com uma identificação". O problema é que o certificado digital encarece muito o documento - cerca de R$ 150,00; enquanto o comum custa R$ 15,00. Desta forma o governo está sugerindo a opcionalidade no sistema. Quem quiser paga. "A questão é: até que ponto esse certificado será obrigatório? O País já tem várias dificuldades, e o preço do certificado é proibitivo", alerta Alexandre Atheniense, advogado especializado em tecnologia da informação. "Isso esta criando um mercado para certificadoras", diz. A expectativa do governo é que o valor caia com a adesão em massa.
"Se isso ocorrer, é claro, caso contrário, o projeto estará fadado ao fracasso, como o kit socorro, por exemplo".

Tecnologia Automotiva

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Tecnologia Automotiva

Materiais inteligentes tornam automóveis mais silenciosos

Os primeiros testes estão sendo feitos com esferas piezocerâmicas, que podem ser controladas eletronicamente para contrabalançar e neutralizar as vibrações que o veículo sofre enquanto roda. 21/03/2011 Leia mais...

Carro de fibra de carbono é fabricado em menos de um minuto

A empresa japonesa Teijin apresentou a primeira tecnologia capaz de viabilizar a produção em massa de carros cuja carroceria seja feita inteiramente de fibra de carbono. 15/03/2011 Leia mais...

Conheça as novas tecnologias para evitar acidentes de carro

Quando o acidente não puder ser evitado, as novas tecnologias cuidam para que os ocupantes sejam o menos afetados possível e recebam atendimento médico com urgência. 10/02/2011 Leia mais...

Semáforos de LED têm proteção contra apagão

Já existem semáforos a energia solar e à prova de blecaute em outros países, porém nenhum ainda conseguiu integrar as três formas de alimentação utilizadas pelo equipamento brasileiro. 10/02/2011 Leia mais...

Gasolina comum no Brasil acaba em 2014

O objetivo é reduzir as emissões e preservar os motores dos veículos, que hoje estão sujeitos a depósitos de partículas sólidas que se formam no combustível. 03/02/2011 Leia mais...

"Super rua" diminui acidentes e reduz tempo de viagem

Há uma significativa economia de tempo no trajeto porque os motoristas não ficam parados esperando para virar à esquerda, ou parados no cruzamento, esperando para entrar na via. 27/01/2011 Leia mais...

Carros inteligentes são mostrados em feira em Las Vegas

Vídeo: além de mostrar tecnologias para carros que estão disponíveis atualmente ou podem ser adaptadas para uso imediato, a feira mostrou também os carros-conceito. 13/01/2011 Leia mais...

Semáforos modernos diminuem acidentes em cruzamentos

Apesar de não regulamentados pelo Denatran, os semáforos com indicação de tempo deixam o trânsito mais seguro - embora as razões para isso ainda não estejam claras. 10/01/2011 Leia mais...

Sensor espacial torna parafusos mais inteligentes

A solução para modernizar os parafusos veio na forma de um pequeno sensor ultrassônico que é incorporado em sua cabeça. 04/01/2011 Leia mais...

Calor do escapamento gera eletricidade e diminui consumo do carro

Pesquisadores estão desenvolvendo um sistema que usa o calor do escapamento de um carro para gerar eletricidade, reduzindo o consumo de combustível do veículo. 30/11/2010 Leia mais...

Google testa carro sem motorista

O único incidente ocorrido durante os testes foi uma batida por trás sofrida quando o carro estava parado em um semáforo. 11/10/2010 Leia mais...

Transmissão mecânica sem contato dispensa lubrificação

Utilizando apenas forças magnéticas para transferir energia mecânica, a transmissão sem contato não terá perda de energia por calor e nem desgaste das peças, eliminando totalmente a necessidade de lubrificação. 07/10/2010 Leia mais...

Aditivo Arla 32 deverá reduzir gases poluentes de veículos a diesel

O Inmetro vai fiscalizar a produção do aditivo que vai reduzir gases poluentes de veículos a diesel e cujo uso será obrigatório no Brasil a partir de 2012. 14/09/2010 Leia mais...

Ônibus informatizados colocam Brasil na rota da internet dos carros

A versão brasileira do sistema inteligente de transporte quer ampliar os serviços eletrônicos fornecidos a passageiros, motoristas e empresas de transporte coletivo. 19/08/2010 Leia mais...

Indianos projetam moto movida por turbina a ar comprimido

A maioria dos projetos de veículos a ar comprimido injeta o ar nos cilindros de um motor em tudo o mais parecido com um motor a combustão tradicional. Os indianos resolveram partir para uma turbina.

Lançamentos 2011

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Honda Brio é lançado na Tailândia


Futuro modelo de entrada da Honda no Brasil, o Brio, exibido como conceito no Salão de Bangkok, teve sua versão definitiva lançada hoje na Tailândia. Em relação ao conceito, mudou somente o desenho das rodas e a cor do painel.

O Honda Brio tailandês será equipado com um motor 1.2 iVTEC a gasolina de 90 cv, que pode ser associado ao câmbio manual de 5 marchas ou CVT, com relações infinitas. Com diminutos 3,61 metros de comprimento, 1,68 m de largura e 1,48 m de altura, o modelo seria capaz de percorrer 14 km/l em regime urbano e 20 km/l na estrada

Peugeot 5008 ganha série especial Tech Motion no mercado europeu


A Peugeot ampliou a gama do 5008 com a série Tech Motion. De acordo com a montadora, o modelo diferencia-se pelos novos equipamentos, que acrescentam conteúdo tecnológico forte aos acessórios do veículo, como head-up display, duas telas independentes e sistema WIP Bluetooth.

Uma terceira fila de bancos, teto panorâmico em vidro, soleira das portas cromada e vidros escurecidos completam os itens parte do pacote especial. A série chega ao mercado europeu por $32.250 euros na versão manual e $32.690 euros caso se opte pelo câmbio automático.

O 5008 Tech Motion usa o motor 1.6 HDi de 112 cv, com câmbio automático ou manual. Nos opcionais, o modelo pode ser adquirido com o retrovisor interior eletrocrômico e exteriores rebatíveis e com iluminação LED; o sistema auxiliar de estacionamento, WIP Nav e Pintura metalizada.

Renault anuncia preços do Twizy


A Renault divulgou os preços para o Twizy, pequeno carro elétrico apresentado no Salão de Paris de 2010. O modelo deverá ser vendido a partir de 6.990 euros, ou cerca de R$ 16 mil. O carrinho poderá ser dirigifo por motoristas habilitados a partir dos 16 anos de idade na Europa.

Asssim como o Fluence e Kangoo Z.E., a compra do Twizy implica o aluguel de uma série de serviços relacionados à recarga e manutenção das baterias, ao custo de 45 euros por mês (algo em torno dos R$ 100) para 7.500 km por ano. Em função de testes realizados em Paris, a Renault anuncia que o uso do Twizy pode reduzir em até 25% o tempo gasto no trânsito. Os 3,4m de diâmetro de giro facilitam muito as manobras em espaços apertados.

O Twizy também é seguro. A célula de sobrevivência é formada por toda a carroceria do Twizy, que também traz airbags frontais e cintos de quatro pontos pra os ocupantes da frente. A recarga das baterias leva 3 horas e meia quando plugadas em uma tomada doméstica. A autonomia é de 115 km.


Kasinski reforça gama de modelos com a nova Soft 50



A Kasinski aumentou sua oferta de produtos com a chegada da nova Soft 50. A pequena motocicleta é ideal para o uso em deslocamentos curtos. Seu motor é 4 tempos, monocilíndrico de 49,5 cm3 de cilindrada. Este pequeno propulsor entrega uma uma potência máxima de 3,5 cv a 8.000 rpm e torque de 0,35 kgfm a 7.500 rpm.

A marca afirma que a Soft 50 tem velocidade controlada de até 50 km/h. Se a potência não é das maiores, o consumo é exemplar. Em testes realizados pela fabricante, a Soft 50 chegou a fazer 54 km/litro. Ou seja, com um tanque de 3,5 litros a autonomia pode chegar a 189 quilômetros.

As principais características do modelo são a fácil dirigibilidade, partida elétrica, rodas raiadas e freios a tambor (dianteiro e traseiro). Para atrair o consumidor, a Kasinski ainda oferece na comrpa da Soft 50 um capacete grátis. A moto chega às concessionárias da marca ainda este mês com preço sugerido de R$ 3.490.


Buell volta ao mercado com a 1190 RS



Após mostrar um teaser sobre a nova superbike que carrega seu nome, Erik Buell revelou por completo a nova motocicleta. O modelo segue a mesma linha das antigas Buell prometendo inovador design. Depois de encerrado o ciclo de um ano sem construir uma moto de rua com seu nome, por conta do acordo com a Harley, ele apresenta o primeiro modelo do retorno da marca.

Baseada na 1190RR, modelo de competição em que Buell esteve trabalhando durante esse ano de celibato das ruas, ela custará cerca de US$ 45 mil, em torno de R$ 75 mil. O projeto tem 185 cv de potência, 12,8 kgfm de torque para 164 kg e foi desenvolvido com a ajuda do piloto brasileiro Alexandre Barros, ex-MotoGP.

Algumas características iniciadas com a primeira série de motos Buell, como os discos de freio dianteiros presos a roda e não ao cubo, balança traseira curta e o tanque de combustível localizado no quadro foram mantidos da mesma maneira na nova superbike.


Velocidade na terra e na água



As motocicletas da Ducati encantam não só admiradores da vida em duas rodas como também apenas os apreciadores do seu estilo jovial. Rápidas, esportivas e com design primoroso parecem feitas para cortar o vento.

A marca italiana fez uma parceria com a equipe Cigarette Racing Team. A empresa, que começou sua história no final dos anos 60, conquistou dezenas de títulos ao longo dos anos e já fez algo semelhante com a AMG.

O superbarco conta com dois motores de 1.100 cv cada, interior requintado com sistema de áudio de última geração e uma faixa vermelha trazendo o logotipo da Ducati em toda lateral da embarcação. A velocidade máxima supera os 200 km/h.


De Tomaso é ressucitada na Itália


Ainda que faltem menos de duas semanas para o início do Salão de Genebra, a De Tomaso conteve sua ansiedade e mostrou em um evento particular na Itália o conceito SLC, que marca o início da segunda fase da marca, fundada em 1959 pelo argentino Alejandro De Tomaso, e que quebrou em 2004.

Agora sob a tutela de um exexecutivo da Fiat e da Chrysler, a De Tomaso retorna com o SLC (“Sport Luxury Car”), um crossover de luxo desenhado pelo estúdio Pininfarina. Sua versão de produção do modelo deverá ser mostrada no ano que vem. Enquanto isso, a marca informa que o conceito tem tração integral e motor que gera até 524 cavalos.


Sonora é nova série especial do Citroën C3



A Citroën lançou uma nova série special para o C3. A versão foi produzida em parceria com o portal de música Sonora, a edição limitada permite que o proprietário tenha acesso ao acervo completo do site e possa baixar até 250 músicas por mês durante um ano.

Para escutá-las, a Citroën equipou o C3 1.4 com um player Pioneer com leitor de CD e MP3 e entrada auxiliar. A versão 1.6 16V traz o mesmo aparelho, mas com efeito Hi-Fi Like, Bluetooth e entrada auxiliar USB, além de rodas de liga leve.

O C3 Sonora traz, ainda, ar-condicionado, direção elétrica e vidros e travas elétricas. O preço não foi divulgado pela marca. A série especial chega durante os último ano de vida da atual versão do C3. No ano que vem, o compacto será totalmente reformulado.


Pagani Huayra, um novo brinquedo para os magnatas do petróleo


Após 7 anos reinando em meus sonhos juvenis se vai o Pagani Zonda. Ao menos pude vê-lo de perto durante o Salão do Automóvel, e nem era uma unidade única feita exclusivamente para algum árabe magnata do petróleo ou algum chinês ou russo que relamente tenha muita grana… Era um exemplar da versão R, que ía de 0 a 100 km/h em 2,7segundos.

Mas, a Pagani preparou um substituto com muito carinho, e você poderá conhece-lo em detálhes à partir de agora. Seu nome é Pagani Huayra, que segundo a Pagani quer dizer vento – em algum lugar do planeta. O nome é incomum, e o design também. É algo muito mais exótico que o Zonda.


Salão Bike Show fez sucesso no Rio de Janeiro em sua primeira edição


Aconteceu no último fim de semana, no Rio de Janeiro, o 1º Salão Bike Show 2011. Com a presença de mais de 70 expositores, concentrados em um espaço de mais de 18.000 m², ocupando o pavilhão 1 e 2 do Riocentro, o evento se mostrou promissor.

Marcas como a BMW, Honda, Yamaha, Suzuki, Kasinski, KTM e Kawasaki e lojas e lojas de roupas e acessórios estiveram no evento. Além disso, o evento contou com show de Wheeling da Equipe Força & Ação da Honda e a mesma montadora levou um centro de treinamento para motociclistas, ainda houve demonstrações no globo da morte. A organização do evento recolheu muitas doações para as vitimas das enchentes na região serrana do Rio de Janeiro.

Barcelona sedia Conferência 2011 do ITMF

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Barcelona sedia Conferência 2011 do ITMF


tendencia das industrias tecnologicas

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Revolução Industrial deu inicio ao mundo moderno para o vestuário em geral com surgimento da industria confira!



Um motor a vapor de Watt, o motor a vapor, alimentado principalmente comcarvão, impulsionou a Revolução Industrial no Reino Unido e no mundo.

A Revolução Industrial consistiu em um conjunto de mudanças tecnológicas com profundo impacto no processo produtivo em nível econômico e social. Iniciada na Inglaterra em meados doséculo XVIII, expandiu-se pelo mundo a partir do século XIX.

Ao longo do processo (que de acordo com alguns autores se registra até aos nossos dias), a eraagrícola foi superada, a máquina foi suplantando o trabalho humano, uma nova relação entrecapital e trabalho se impôs, novas relações entre nações se estabeleceram e surgiu o fenômeno da cultura de massa, entre outros eventos.

Essa transformação foi possível devido a uma combinação de fatores, como o liberalismo econômico, a acumulação de capital e uma série de invenções, tais como o motor a vapor. Ocapitalismo tornou-se o sistema econômico vigenteDesde do nascimento é atribuído a mulher o papel de esposa,mãe.Mas ela passou a assumir a partir da modernidade um novo “papel social” adquirido através do mercado de trabalho e competindo cada vez mais o espaço profissional com os homens.



Se por um lado ela ganhou esse espaço por outro passou a exercer mais uma função de muitas vezes provedora do lar, e agora? Precisa ser uma ótima mãe,esposa,amante,dona de casa e trabalhar fora.
Ao adquirir o espaço profissional ela passou a ter dois turnos de trabalho:em casa e na empresa,ela é cobrada e se cobra por tantas tarefas e ainda precisa estar linda na hora que o marido chegar em casa.
Com a modernidade a mulher também precisou aprender a conviver com vários sintomas: irritabilidade,fadiga,distúrbio do sono,crises de choro,depressão...e não podemos esquecer da frustação constante porque muitas vezes ela se sente obrigada a dar conta de tudo o tempo todo.
O filme Mulheres perfeitas mostra muito bem essa visão onde a sociedade espera que ela a mulher seja excelente em tudo aquilo que ela faz,assistimos o filme e ficamos perplexas com tanta perfeição,com tantas mulheres lindas,felizes,realizadas que conseguem ao mesmo tempo cuidar dos filhos ,do marido,da casa,ir ao supermercado,ir na academia...mas no final do filme temos uma revelação, elas eram robôs.
Acredito que a mulher não precisa abrir mão do espaço adquirido mas ela precisa entender que não dá para tirar nota 10 em tudo na vida e quando ela passar a entender isso irá se cobrar menos e provavelmente se sentirá mais feliz e e realizada.

A luxuria também contribui com a industrialização pois a luxuria e vem a séculos e com a necessidade de grande produção para atender toda a população e como todos são exigentes nada mas natural que a variedade de produtos e com tudo isso originou-se a industrialização e a modernização na área de vestuário e acessórios.


Éden da Luxúria

CONSUMISMO



Consumista compulsivo é um indivíduo, que procura a sua realização pessoal através do consumo exacerbado de bens, produtos e serviços. É uma vítima dos media, embora nem sempre tenha consciência disso. Está sempre infeliz. Ao comprar tudo o que vê, a vontade de comprar, em vez diminuir como seria de esperar, aumenta ainda mais. Se não tem recursos para comprar, fica revoltado, depressivo e pode se tornar um perigo para a sociedade. A compulsão consumista é uma doença e precisa ser curada, para que o indivíduo reencontre o verdadeiro caminho da felicidade.

A Palavra de Deus adverte contra este mal e faz um combate directo ao afirmar: "Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele; tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.".http://4.bp.blogspot.com/_R4xAipLLYHI/SwfqAWm5bWI/AAAAAAAAAtY/qw0oRvTWyIM/s1600/consumo1.jpg

A Bíblia não condena o ter e o desejar bens dentro dos padrões divinos. Ainda assim, alerta para que não confiemos nos bens; orienta sobre a forma de adquiri-los; aconselha a que vivamos uma vida sensata e prudente e revela também, que somos mordomos de Deus, ao Quem deveremos prestar contas, de todos os nossos bens.


MODA
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Muito tempo que a gente não fala de História da Moda, né?
Daqui a pouco meu curso acaba (faltam apenas 2 sábados! Snif snif) e ainda nem vimos todos os períodos.

Nesse post, vamos falar sobre a
Idade Moderna e a Idade Contemporânea.

A Idade Moderna começa com a redescoberta de valores, a recuperação da arte e da filosofia (com referências à Grécia e à Roma Antiga) e com o grande salto da indústria têxtil.
O primeiro período dessa época é o
Barroco, que tinha como característica o excesso visual e o uso do preto – uma referência à austeridade e ao protestantismo.
O penteado mais tradicional da época era o
La Fontange e a “moda” do momento eram as Mouches de Beauté – ou moscas de beleza – aquelas famosas pintinhas no rosto, para dar um charme e acentuar a expressão facial.

Depois tivemos o
Rococó, que era o exagero do exagero!
Era a época de
Maria Antonieta e seus vestidos mega elaborados, justos no busto e na cintura e com decotes em formato quadrado.
Usa-se muito lencinho de mão (
fichu) epregas watteau nos vestidos.


Entrando no século XIX, o primeiro período da Idade Contemporânea é a
Moda Império.
A partir de 1970, a moda passou a ser menos ostensiva, extravagante e os vestidos começaram a se “simplificar”, passando a ficarem mais práticos e confortáveis. A cintura dos vestidos deslocaram-se
para baixo do busto, remetendo à moda utilizada pelos gregos.

O segundo período do século ficou caracterizado como a época do
Romantismo, marcado pelo saudosismo às outras épocas.
As roupas voltaram a ser menos simples e com mais informações. O
vestuáriomasculino tinha influência inglesa e o feminino, francesa. Nesse período surgiram as listras, o decote canoa e o uso de leques, como um código de comunicação feminino.

Após o Romantismo, tivemos a
Era Vitoriana (segunda metade do século XIX), onde passamos a viver novamente um grande contraste visual de volumes, cores, tecidos e ornamentos.
Os decotes femininos passaram a ser mais profundos, os saltos mais altos e chapéus eram usados de dia. Uma grande característica eram as
anquinhas(dando volume ao bumbum).
Nessa época surgiu o uso da máquina de costura e conceito da alta costura para as roupas femininas, com
Charles Frederick Worth.

A última época deste século foi a
Belle Epóque, com a inspiração Art Nouveau, onde cultuava-se o gosto curvilíneo. Foi uma época marcada por profundas transformações culturais que se traduziram em novos modos de pensar e viver o cotidiano.
As mulheres passaram a usar “botinhas” de tecido para não aparecer a perna e a cintura passou a ser
mais afunilada, deixando a silhueta em forma de ampulheta.
Você sabia que nessa época as mulheres tiravam a costela flutuante para ficar com uma cintura finérrima, à la Thalia? Rs Sério! Elas tinham em média 40cm de cintura!

E o que vemos Hoje na moda que veio dessa História?




O que as mulheres gostam de ganhar

Você já olhou no guarda-roupa tudo o que ela tem (e pode estar precisando) ou tentou pegar no ar algo que deseje? Saiba que gestos de amor, carinho e cuidado são o que as mães mais querem neste diahttp://inforgospel.files.wordpress.com/2007/12/presente.jpg
A mulher que cuida de você, dos seus filhos, da sua casa e talvez até de suas finanças merece algo muito especial não só no Dia das Mães. Mas já que existe um dia em sua homenagem, o ideal é que você a presenteie de um jeito diferente. Se você não é lá um expert em ter ideias originais, vamos ajudá-lo nessa missão.Além dos presentes que você sabe que ela gostaria de ganhar, existem aquelas pequenas (e simples) surpresas que se pode fazer. Pode soar um tanto clichê, mas um gesto de carinho é inesquecível – mesmo! – para uma mãe.
Abaixo confira algumas sugestões. Crianças adoram surpresas, então conte com seus filhos para ajudar você nos preparativos.
Café da manhã especial: acorde as crianças mais cedo que o costume (afinal, sua mulher deve fazer isso quase todos os fins de semana, certo?) e prepare um caprichado café da manhã. Torradas, pães, queijos, frutas, sucos, iogurtes e o que mais ela gostar podem fazer parte do cardápio. Não se esqueça de colocar uma flor. A surpresa será ainda mais gostosa se o café for levado pelas crianças na cama de vocês. Deixe para se preocupar com a bagunça depois.http://images01.olx.com.br/ui/4/81/84/1266771821_75527784_1-Fotos-de-CestasFlores-e-Presentes-Dia-Internacional-da-Mulher.jpg

Almoço: aqui você tem duas opções. Prepare, junto com as crianças, um almoço (confira dica simples) para a sua mulher ou a leve em um restaurante de que mais goste. Para primeira opção, não vale deixá-la ir para a cozinha. Se a ideia é almoçar fora, faça reserva antes, para evitar ficar muito tempo nas filas de espera dos restaurantes típicas de datas especiais.

Buquê de flores: qual mulher não gosta de ganhar flores? Se não sabe qual é a flor preferida dela, opte por uma combinação variada. Fuja das rosas vermelhas – pouco originais. Novamente, vale a dica: um cartão das crianças carimbado com as mãozinhas de tinta delas.http://dicas.parapresentes.com.br/img/699-caixa-de-doces-doce-shop.jpg

Lembrança: sabe aquela foto de vocês junto com as crianças de que ela é apaixonada? Leve-a a um laboratório fotográfico e peça para fazer uma ampliação (do tamanho que achar melhor) em preto e branco, coloque numa moldura e cole no verso um bilhete das crianças, com a data. Embrulhe-a e segure a emoção!

Estar junto: essa dica é imbatível. Afinal, não tem nada que uma mãe mais queira nesse dia (como em todos os outros) do que estar bem perto dos filhos.http://www.paraodiadosnamorados.com.br/img/919-presentes-eletronicos.jpg

Sempre e bom ganha a beleza agradece !


Contexto histórico





Capitalismo
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Antes da Revolução Industrial, a atividade produtiva era artesanal e manual (daí o termo manufatura), no máximo com o emprego de algumas máquinas simples. Dependendo da escala, grupos de artesãos podiam se organizar e dividir algumas etapas do processo, mas muitas vezes um mesmo artesão cuidava de todo o processo, desde a obtenção da matéria-prima até à comercialização do produto final. Esses trabalhos eram realizados em oficinas nas casas dos próprios artesãos e os profissionais da época dominavam muitas (se não todas) etapas do processo produtivo.

Com a Revolução Industrial os trabalhadores perderam o controle do processo produtivo, uma vez que passaram a trabalhar para um patrão (na qualidade de empregados ou operários), perdendo a posse da matéria-prima, do produto final e do lucro. Esses trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos dos meios de produção os quais passaram a receber todos os lucros. O trabalho realizado com as máquinas ficou conhecido por maquinofatura.

Esse momento de passagem marca o ponto culminante de uma evolução tecnológica, econômica e social que vinha se processando na Europa desde a Baixa Idade Média, com ênfase nos países onde a Reforma Protestante tinha conseguido destronar a influência da Igreja Católica: Inglaterra, Escócia, Países Baixos, Suécia. Nos países fiéis ao catolicismo, a Revolução Industrial eclodiu, em geral, mais tarde, e num esforço declarado de copiar aquilo que se fazia nos países mais avançados tecnologicamente: os países protestantes.

De acordo com a teoria de Karl Marx, a Revolução Industrial, iniciada na Grã-Bretanha, integrou o conjunto das chamadas Revoluções Burguesas do século XVIII, responsáveis pela crise do Antigo Regime, na passagem do capitalismo comercial para o industrial. Os outros dois movimentos que a acompanham são a Independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa que, sob influência dos princípios iluministas, assinalam a transição da Idade Moderna para a Idade Contemporânea. Para Marx, o capitalismo seria um produto da Revolução Industrial e não sua causa.

Com a evolução do processo, no plano das Relações Internacionais, o século XIX foi marcado pela hegemonia mundial britânica, um período de acelerado progresso econômico-tecnológico, de expansão colonialista e das primeiras lutas e conquistas dos trabalhadores. Durante a maior parte do período, o trono britânico foi ocupado pela rainha Vitória (1837-1901), razão pela qual é denominado como Era Vitoriana. Ao final do período, a busca por novas áreas para colonizar e descarregar os produtos maciçamente produzidos pela Revolução Industrial produziu uma acirrada disputa entre as potências industrializadas, causando diversos conflitos e um crescente espírito armamentista que culminou, mais tarde, na eclosão, da Primeira Guerra Mundial (1914).

O pioneirismo do Reino Unido

Coalbrookdale, cidade britânica, considerada um dos berços da Revolução Industrial.

O Reino Unido foi pioneiro no processo da Revolução Industrial por diversos fatores:

  • Pela aplicação de uma política econômica liberal desde meados do século XVIII. Antes da liberalização econômica, as atividades industriais e comerciais estavam cartelizadas pelo rígido sistema de guildas, razão pela qual a entrada de novos competidores e a inovação tecnológica eram muito limitados. Com a liberalização da indústria e do comércio ocorreu um enorme progresso tecnológico e um grande aumento da produtividade em um curto espaço de tempo.
  • O processo de enriquecimento britânico adquiriu maior impulso após a Revolução Inglesa, que forneceu ao seu capitalismo a estabilidade que faltava para expandir os investimentos e ampliar os lucros.
  • A Grã-Bretanha firmou vários acordos comerciais vantajosos com outros países. Um desses acordos foi o Tratado de Methuen, celebrado com a decadência da monarquia absoluta portuguesa, em 1703, por meio do qual conseguiu taxas preferenciais para os seus produtos no mercado português.
  • A Grã-Bretanha possuía grandes reservas de ferro e de carvão mineral em seu subsolo, principais matérias-primas utilizadas neste período. Dispunham de mão-de-obra em abundância desde a Lei dos Cercamentos de Terras, que provocou o êxodo rural. Os trabalhadores dirigiram-se para os centros urbanos em busca de trabalho nas manufaturas.
  • A burguesia inglesa tinha capital suficiente para financiar as fábricas, adquirir matérias-primas e máquinas e contratar empregados.

Para ilustrar a relativa abundância do capital que existia na Inglaterra, pode se constatar que a taxa de juros no final do século XVIII era de cerca de 5% ao ano; já na China, onde praticamente não existia progresso econômico, a taxa de juros era de cerca de 30% ao ano.

O liberalismo de Adam Smith

As novidades da Revolução Industrial trouxeram muitas dúvidas. O pensador escocês Adam Smith procurou responder racionalmente às perguntas da época. Seu livro A Riqueza das Nações (1776) é considerado uma das obras fundadoras da ciência econômica. Ele dizia que o egoísmo é útil para a sociedade. Seu raciocínio era este: quando uma pessoa busca o melhor para si, toda a sociedade é beneficiada. Exemplo: quando uma cozinheira prepara uma deliciosa carne assada, você saberia explicar quais os motivos dela? Será porque ama o seu patrão e quer vê-lo feliz ou porque está pensando, em primeiro lugar, nela mesma ou no pagamento que receberá no final do mês? De qualquer maneira, se a cozinheira pensa no salário dela, seu individualismo será benéfico para ela e para seu patrão. E por que um açougueiro vende uma carne muito boa para uma pessoa que nunca viu antes? Porque deseja que ela se alimente bem ou porque está olhando para o lucro que terá com futuras vendas? Graças ao individualismo dele o freguês pode comprar boa carne. Do mesmo jeito, os trabalhadores pensam neles mesmos. Trabalham bem para poder garantir seu salário e emprego.

Portanto, é correto afirmar que os capitalistas só pensam em seus lucros. Mas, para lucrar, têm que vender produtos bons e baratos. O que, no fim, é ótimo para a sociedade.

Então, já que o individualismo é bom para toda a sociedade, o ideal seria que as pessoas pudessem atender livremente a seus interesses individuais. E, para Adam Smith, o Estado é quem atrapalhava a liberdade dos indivíduos. Para o autor escocês, "o Estado deveria intervir o mínimo possível sobre a economia". Se as forças do mercado agissem livremente, a economia poderia crescer com vigor. Desse modo, cada empresário faria o que bem entendesse com seu capital, sem ter de obedecer a nenhum regulamento criado pelo governo. Os investimentos e o comércio seriam totalmente liberados. Sem a intervenção do Estado, o mercado funcionaria automaticamente, como se houvesse uma "mão invisível" ajeitando tudo. Ou seja, o capitalismo e a liberdade individual promoveria o progresso de forma harmoniosa.

Principais avanços tecnológicos

O PIB per capita mudou muito pouco durante a parte da história da humanidade anterior a Revolução Industrial. (As áreas vazias significam ausência de dados, e não de níveis muito baixos. Não há dados para os anos 1, 1000, 1500, 1600, 1700, 1820, 1900 e 2003)

Século XVII

Século XVIII

Século XIX


As consequências da Revolução Industrial

A partir da Revolução Industrial o volume de produção aumentou extraordinariamente: a produção de bens deixou de ser artesanal e passou a ser maquinofaturada; as populações passaram a ter acesso a bens industrializados e deslocaram-se para os centros urbanos em busca de trabalho. As fábricas passaram a concentrar centenas de trabalhadores, que vendiam a sua força de trabalho em troca de um salário.

Outra das consequências da Revolução Industrial foi o rápido crescimento econômico. Antes dela, o progresso econômico era sempre lento (levavam séculos para que a renda per capita aumentasse sensivelmente), e após, a renda per capita e a população começaram a crescer de forma acelerada nunca antes vista na história. Por exemplo, entre 1500 e 1780 a população da Inglaterra aumentou de 3,5 milhões para 8,5, já entre 1780 e 1880 ela saltou para 36 milhões, devido à drástica redução da mortalidade infantil.

A Revolução Industrial alterou completamente a maneira de viver das populações dos países que se industrializaram. As cidades atraíram os camponeses e artesãos, e se tornaram cada vez maiores e mais importantes.

Na Inglaterra, por volta de 1850, pela primeira vez em um grande país, havia mais pessoas vivendo em cidades do que no campo. Nas cidades, as pessoas mais pobres se aglomeravam em subúrbios de casas velhas e desconfortáveis, se comparadas com as habitações dos países industrializados hoje em dia. Mas representavam uma grande melhoria se comparadas as condições de vida dos camponeses, que viviam em choupanas de palha. Conviviam com a falta de água encanada, com os ratos, o esgoto formando riachos nas ruas esburacadas.

O trabalho do operário era muito diferente do trabalho do camponês: tarefas monótonas e repetitivas. A vida na cidade moderna significava mudanças incessantes. A cada instante, surgiam novas máquinas, novos produtos, novos gostos, novas modas.http://g1.globo.com/Noticias/Carros/foto/0,,14720330-EX,00.jpg



 

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